quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Adeus...
domingo, 20 de novembro de 2011
Me abraça forte...
Me abrace e diga que a felicidade não está em simplesmente estarmos juntos, e sim que o amor, mesmo na distância, permanecerá.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Complexidade...
quinta-feira, 24 de março de 2011
História sem fim...

Tudo me lembra você, tudo me leva a você... me carrega, me sopra em um caminho sem fim; no qual não vejo o fim do túnel, não vejo a luz, a luz dos seus olhos, olhando pra mim.
Tudo me lembra você, mas tudo me faz falecer no esquecimento de mim mesmo, da minha razão; tudo me lembra os nossos momentos, únicos e marcantes.
Tudo o que você me deixou, tudo aquilo que plantou no meu peito, a florescer está... deixando-me em êxtase, deixando-me refratado, entre nosso conto de fadas e minha fatal vida real.
Tudo aquilo em que acreditávamos, que víamos em nossas auras; a fusão de nosso esplendor mútuo, refletia-se em nossas ações, em nossas palavras.
Hoje faço de cada mero detalhe da nossa história, uma história sem fim, pois o fim nunca é bom, se fosse bom... seria o começo.
Em meus delírios, em meus contos, em minhas memórias... em meu coração guardo cada fragmento de lembrança sua; o guardo aqui comigo, não apenas felizes para sempre... mas sim em nosso eterno começo.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Impossibilidade...

A impossibilidade está em esquecer-te, em desistir daquilo que almejara;
É impossível em plena vida, com amor e sonhos, desistir daquilo que jamais encontrara;
A impossibilidade está em tirar de mim aquilo que você deixou, a essência intangível na qual envolveu-me, seja ela real ou mera ilusão;
É impossível continuar sem um objetivo, é impossível sentir-me vivo novamente, é impossível seguir em frente... sem uma única razão;
A impossibilidade resume-se em viver sem ti, viver num mundo sem vida, num mundo de absoluta solidão.
terça-feira, 1 de março de 2011
Dores da Angústia...

Não consigo explicar; sua essência me consome e me limita, me da vida e sofrimento... alegria e conhecimento.
Um turbilhão de emoções que me transformam, deixam-me incerto e preciso; deixam-me oposto a mim mesmo, para sempre ou por um mero momento.
Seja eu um Deus, ou um mero mortal, idolatro-te; você me dá vida, me dá muito mais do que mereço; espero não ver você no passado, não desta maneira... como um sentimento levado e consumido, por uma simples rajada de vento.
Vento da decepção e da angústia; não consigo descrever meu interior, muito menos minha essência; pois em mim tudo é você e você é tudo; espero que isto nunca mude... espero que nunca caia em seu abstrato esquecimento.
Meu Maior Medo...

Meu maior medo é enlouquecer; pois em meu juízo perfeito já vejo-me deslumbrado, louco por você... por sua beleza de imensidão.
Meu maior medo é perder a razão; pois parte dela me leva junto a ti, entre a beleza de nossas lembranças e a angústia de nossa distância, alimentando nossa paixão.
Meu maior medo é não ter medo; pois o medo me deixa estático e atento... ao seu olhar, à sua beleza, em meu deslumbre e tentação.
Meu maior medo é não perceber sua presença, de modo que eu sinta-me falecido... aguardando enfim, minha esperada redenção.
Meu maior medo é perder aquilo que possuo de mais precioso, perder aquilo que não posso conter, que não posso julgar; perder sua essência em mim, perder aquilo que não me pertence mais como um todo, mas sim como um mero fragmento do meu sentimento... perder meu sincero e deslumbrado coração.
Meu maior medo na verdade é você, medo de perder-te, medo do esquecimento; medo de tudo aquilo... que nos mergulhe em decepção.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
História de Vida...

Eu sempre tivera uma teoria de que tudo tem um motivo para acontecer, de que... se entregar ao acaso não seria loucura, mas sim uma alternativa de vida.
Sempre preservei-me ao máximo, evitei viver coisas “ desnecessárias ” com pessoas que não fossem as certas; mas de tudo isto deduzi que não há pessoa certa, nem mesmo como saber quem é esta pessoa. Muitas delas passam por nossas vidas; certas ou erradas, de que importa; todas são únicas e deixam sua marca.
Percebi que vivemos muitas vidas dentro da nossa, o que hoje é prioridade, amanhã pode nem fazer parte de mim, nem mesmo de minhas lembranças.
O melhor conselho que pude dar a mim mesmo foi de viver intensamente; ser feliz, seja com a pessoa certa ou com a errada; quem liga?
Milhares de nossos dias começam e terminam e nem sequer ficam marcados em nossa memória, nem sequer têm algum impacto futuro; no entanto, aqueles dias nos quais somos felizes, mesmo com as pessoas erradas, ficarão em nossa memória para sempre.
Afinal, a vida é mágica por isso; é complexa, inexplicável e imprevisível. E acredite, não há pessoa certa para mudar nossa vida; mas há a certeza de que diversas pessoas irão passar por ela e vão torná-la ainda mais incrível, dia após dia, ano após ano; construindo assim... a minha história de vida.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Maturidade...
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Predestinados...
Que fora escrita de forma demasiada antiquada, mas de uma verdade inigualável, a qual jamais deixará minha memória;
E assim me conforto com os desafios e com suas decisões provisórias; afinal...
O que é pra ser nosso, um dia será... e você verá o quão irrevogável é esta magia que nos envolvera como em um só ser.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Confusão...

Envolvo-me nessas suas memórias que jamais esquecerei;
Preciso aprender a lidar com tal vazio;
Preciso aprender a aceitar, a vida, que não volta atrás;
Nunca senti-me tão independente, mas ao mesmo tempo tão ligado às coisas ao meu redor;
Nunca almejei tanto um olhar sincero, palavras sinceras; nunca almejara tanto, um abraço singelo.
Nas coisas mais simples me vejo perdido e confuso; quem, ou o que será bom para mim?
Minhas feridas condenam-me à dúvida;
E nelas visualizo a mais irrevogável lição de vida;
Pois ultimamente, olhar algum, toque algum, palavra alguma, pode ser sentida;
No entanto sempre uma nova dúvida paira aos meus olhos; uma nova incerteza é plantada pelo realismo; uma nova ilusão, finalmente fora obtida.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Desabafo...

Como carregar tamanha dor, que nem ao menos fora merecida?
Como lidar com a frieza do ser humano, que se diz racional?
Para mim, não é racional matar, não é racional enganar, não é racional destruir;
No mundo atual, tornou-se tão simples descartar as pessoas, destruí-las;
A indiferença tomou conta de um universo, o qual eu temo, ao qual, infelizmente, pertenço;
Almejo fugir deste lugar, não consigo suportar tamanha escuridão;
Por mais que eu tente achar a luz, ela não reflete aos olhos dos outros como aos meus;
Minha luz única, envolta à escuridão de uma era desconhecida;
Muitos sentimentos, todos guardados com muito amor, em meu límpido coração; no entanto a tristeza flui em minhas entranhas; uma tristeza gerada por seres como eu, que sentem, que vivem, que amam;
E protegido em minha ingenuidade, não me igualo ao mundo, mantenho-me único em meus pensamentos e ideais;
Vivo uma vida de sofrimento e decepções, que provam que nada é por acaso;
E nestas singelas palavras resumo minha miserável vida, minha alma... cruelmente dilacerada; como em um diário, como em um relato... ou como em um mero desabafo.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Simplicidade...

E se tudo tivesse sido diferente?
E se eu não tivesse amado?
E se não fôssemos perfeitos, um para o outro?
O que seria de nós?
Tantas perguntas, um só destino;
Pois nada pode mudar o nosso fim, independente dos acontecimentos;
Toda uma eternidade de pensamentos, uma imensidão de sentimentos;
Nunca me sentira tão vivo como quando estive contigo, como quando minha alma encontrava-se, enfim, completa...
Porque nós, nos completamos, nos amamos e nos decepcionamos;
Os opostos que se atraem, numa sublime e linda relação;
Nós somos dois, mas formamos um; um ser, uma alma, além da perfeição;
Afinal... quando é verdadeiro, não pode-se fugir;
E nestas simples palavras tento resumir, todo este sentimento, todo esse tempo, toda nossa vida juntos, nosso destino;
Pois um dia, nossos corações irão, pela eternidade, mágica e simplesmente nos unir.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Ao vento...

Palavras ao vento, palavras vazias; simplesmente palavras, foram tudo o que me restou.
Um amor imperfeito, ou até mais que perfeito, que não posso mais carregar.
Amor que tornou-se sofrimento, um amor que se dissolveu em lágrimas, porém que nada pôde apagar.
Este amor que não fora o suficiente para você, este amor que entreguei a você todos os dias de minha vida, esquecido ao seu olhar.
Eu cri em você, eu cri em nós, um nós que nunca existira, ou fora um sonho de ingenuidade.
Por fim meu amor esvaiu-se, até que em meu gélido coração, adormecera.
Coração meu, vede mais uma vez, este amor que fora esquecido; pois um ano se passou, um ano que não vira mais sua metade, que não vira mais sua alma, sua razão.
Promessas não cumpridas e presenças esquecidas.
Infelizmente acabou, a curta e medíocre vida, deste amor de imensidão.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
À nossa maneira...

Eu te amara; eu te amo, porém não o amo no presente, mas sim em um pretérito mais que perfeito; nosso amor é divino, é único e surreal.
Um sentimento sublime, que fora deixado para trás.
Ao olhar o cair da noite, ao olhar a chuva, ao olhar-me no espelho vejo o brilho de seus olhos.
Assim te amara, pois neste espontâneo amor, nada previ; um amor profundo, tão profundo que influi em meus sonhos, tão profundo que no silêncio da noite o sinto vivo em mim.
Assim te amara pois simplesmente aconteceu, não sei se da melhor maneira, mas sempre à nossa maneira, e fora único, fora épico.
Lembro de quando sonhava apoiado em seu ombro, um sonho que estava ali, ao meu lado; um sonho ironicamente real.
E assim o senti real em minha vida até o último instante.
Pois desta forma tinha de ser; este amor, o nosso amor, em nossos corações e à nossa maneira.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Imortal...

Sempre temi a morte, a frieza e a dor; sempre temi ter sentido tudo em vão;
Sempre temi o sofrimento, o ódio, a desgraça e a impotência;
Sempre senti que logo chegaria... minha absoluta falência;
Chegou a minha hora; sem flashes de memória, sem sonhos, apenas a realidade;
Na presença da dor, da angústia e desta inexorável escuridão;
Caído nesta imersão percebo que muitas coisas são para sempre e jamais morrerão;
Pois nem a morte pôde congelar meu ingênuo e puro coração;
Afinal ainda encontro-me aqui, estático e deslumbrado;
Mergulhado nesta paixão e neste amor, nesta imortal imensidão.
domingo, 26 de setembro de 2010
Fases...

Assim como a lua, vivo minhas fases;
Aquelas nas quais há progresso, aquelas nas quais há regresso;
Busco nelas, com toda minha garra, meu tão sonhado sucesso;
Almejo delas, minha evolução e meu crescimento; almejo nelas adquirir o mais sábio discernimento;
Nelas vejo-me caindo, nelas vejo-me persistindo; no fracasso de uma vida toda, ou no sucesso das simples ações;
Creio em minha perseverança e no amor; creio em minhas inexoráveis motivações.
Se abalasse-me facilmente, em mim nada restaria;
Experiência alguma viveria, eu nada cresceria; resumiria minha vida em meras demonstrações;
Encontro-me hoje inerte, farto de emoções e sensações;
Encontro-me hoje, com muitos corações, ou o que deveriam ser a base de tudo, de todos os meus amores, de todas as minhas paixões.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Negação...

Um amor fruto da minha imaginação, ou que fluíra à primeira batida de meu coração.
Um amor puro, um amor vivo; um amor belo como uma canção.
Um amor que fez nascer a minha ilusão e também dilacerou-me em sua decepção.
Um amor que feliz ou infelizmente, trouxe vida ao meu coração.
Perdê-lo foi meu fim, meu erro, um erro sem conserto; perdê-lo foi simplesmente, meu agonizante recomeço.
Perdê-lo trouxera-me muito mais que dor ou sofrimento; trouxera minha sufocante destruição.
Perdê-lo congelou meu coração, tornou tudo ao meu redor uma completa encenação;
No entanto, você ainda vive aqui; sua imagem gravada em meu coração, seu sorriso e suas lembranças; tudo ainda faz parte de mim, você faz parte de mim.
Dizer o contrário seria mentira, seria uma insana enganação.
Você mantém meu coração vivo e és responsável por cativar-me, és responsável por cada ínfima sensação.
Imaginar-me independente de você seria uma inútil e absoluta negação.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Cólera...
Vivo em um mundo incolor, sem vida e sem anseios; o qual meus valores, não mais puderam reviver.
A felicidade, infelizmente, não há mais de prevalecer, pois tornou-se tão fácil e tão simples ao ser humano, na fraqueza adormecer.
De inexoráveis martírios, vem sendo meu sofrer.
Solitário, mudo e estático, este é o meu ser; sem cor alguma, sem luz a minha volta... aos olhos resplandecer.
Da minha existência nada eu pude prever; sintetizei-me puramente a evoluir e crescer, tentando inutilmente à tristeza nunca perceber.
Aquilo que há em minha essência, jamais consegui descrever; mas tacitamente aprendi, aos poucos conhecer.
A verdade e a pureza, o mundo fez-me esquecer; por não merecê-la, por ensinar-me friamente... o que é sobreviver.
Oro a cada segundo para que a perseverança em mim restante volte a florescer; e honrosa e solitária, possa vivo me manter.
Pois neste estado de cólera, temo, pavorosa e sufocadamente... para sempre permanecer.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Um pouco de ti...
Nos infinitos caminhos que por minha vida segui;
Em todos os erros e obstáculos, em todas as vezes que caí;
Em meu profundo e puro coração, em tudo que ingenuamente cri;
Na inocência da alma, que sempre sorri;
Naquilo que quis um dia esquecer, naquilo que um dia eu já temi;
Em cada limite, espaço ou vestígio temporal, em tudo que realmente já vivi;
No amor que vagarosamente esqueci;
Nas lágrimas que derramei por tudo aquilo que senti;
Na síntese da minha existência tem...
Um pouco de ti.
