
domingo, 18 de julho de 2010
Por ti...

quinta-feira, 15 de julho de 2010
Redenção...
Você não se define, nem se limita, com sua personalidade amável e afeto infindável;
Único como todo ser humano, no entanto divino; como meu prisma estelar, que irradia meus dias e noites, pelo simples fato de a mim acompanhar.
Meu anjo, puro e límpido, tornou minha vida sublime e estável;
Simplesmente por respirar já tens na minha vida, um valor inestimável.
Meros gestos, meras palavras; faz-me flutuar, sonhar e amar, de todo coração.
Não ouso imaginar dias sem você, almejo um dia tê-lo ao meu lado;
Você, meu anjo, minha doce... doce redenção.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Quem diria...
Quem diria eu a amando, sendo amado, mesmo que por ilusão...
Partículas de felicidade transbordando de cada ínfimo do meu ser, em uma plena confusão.
Por tudo isso agradeço, até hoje ter conseguido viver, intensamente sem de nada me abster.
Em mim há de florescer a dor, de tantas brigas e reencontros, de suas mentiras que nunca pude prever.
Tornou-se uma enorme injustiça assim por dizer, esta estrada desalmada, dia-a-dia por vir, peço que eu sonhe e deixe tudo de lado, continuando a viver.
Afinal, quem diria, por você minha vida inexorável iria tremer e meu coração enfim bater, sentindo todo amor que de você almejei, um dia receber.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Saudade...
Queria tanto aquela pessoa aqui comigo; sim, aquela que conheci, aquela que imaginei e amei, com todas as minhas forças.
Me questiono como ela sumiu... se distanciou a ponto de não mais existir.
Todas estas lágrimas nada podem exprimir.
Seus gestos afáveis, suas juras e seu amor implacável fizeram-me sempre sorrir.
Agora sua personalidade volúvel e sua atuação fria e constante conseguiram apenas meu coração partir.
Tamanha dor que toma minha vida, a qual eu não tenho forças para reprimir.
Esta me consome dia a dia, minuto a minuto, inexorável, infindável e cruel...
Até um dia finalmente a mim destruir.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Valor...
De que valho eu agora com minhas lágrimas tom carmim e meu coração dilacerado;
Neste turbilhão de emoções sinto-me extremamente mal amado;
Na luz do sol, na escuridão da noite, nos meus dias sem fim, encontro-me estático, inerte e absolutamente desalmado;
De todo este sofrimento incessante, nada a ti é relatado;
Pois você é meu sentido, inexoravelmente inabalado;
Afinal, do fim ao recomeço; da alegria constante à tristeza excruciante; da realidade à ilusão do meu viver, disto tudo você, meu vício... é irrevogavelmente o único culpado.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Paranóia...
Os limites deixaram de existir.
Razão, autocontrole, auto preservação.
Encontro-me aqui perdido sem compreender nada, nem ninguém.
Incompreensível tão repentina paixão.
Resta-me agora apenas meu ferido coração.
É tudo tão complexo, o amor injusto e as pessoas sem valor.
Relacionamentos inexistentes, mas que geram muita dor.
Gostaria de parar o tempo naquela noite.
Sim, eu nego, com muito amor próprio.
Mas nesta paranóia de ilusões, deliro.
E quando perco a mim mesmo, simplesmente penso em você.
Meu sentido, meu chão e agora...
Minha Vida.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Dor...

Minha mente encontra-se em uma tortura permanente, gerada por si mesma, absolutamente excruciante.
Pois agora eu estou só, abalado e destruído, em cada ínfimo da minha alma.
Dilacerado.
Porém tenho fé, de um dia sentir-me vivo, humano e amado novamente.
Ao menos uma única vez...