quinta-feira, 18 de março de 2010

Paranóia...


Os limites deixaram de existir.

Razão, autocontrole, auto preservação.

Encontro-me aqui perdido sem compreender nada, nem ninguém.

Incompreensível tão repentina paixão.

Resta-me agora apenas meu ferido coração.

É tudo tão complexo, o amor injusto e as pessoas sem valor.

Relacionamentos inexistentes, mas que geram muita dor.

Gostaria de parar o tempo naquela noite.

Sim, eu nego, com muito amor próprio.

Mas nesta paranóia de ilusões, deliro.

E quando perco a mim mesmo, simplesmente penso em você.

Meu sentido, meu chão e agora...

Minha Vida.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Dor...


Se alguém lhe fere, você sente dor, mas consegue dormir, consegue paz, consegue pensar. No entanto quando você fere uma pessoa, você não consegue dormir, nem mesmo raciocinar ou sentir-se humano como fora um dia; o peso e o sofrimento constante são de fato indescritíveis.
Minha mente encontra-se em uma tortura permanente, gerada por si mesma, absolutamente excruciante.
Pois agora eu estou só, abalado e destruído, em cada ínfimo da minha alma.
Dilacerado.
Porém tenho fé, de um dia sentir-me vivo, humano e amado novamente.

Ao menos uma única vez...

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

To... You.


Até então minha alma despedaçada por você espera... com a esperança de um dia provar a minha suposta existência, tirando-me deste mundinho abstrato e surreal, no qual eu me perco em devaneios de incerteza.

Meus amores foram com certeza, idênticos a roleta russa, mais cedo ou mais tarde dilacerando-me.

No entanto eu o conheci... e meus olhos refletiram todas essas imagens de um mundo real, um mundo desconhecido.

Eu simplesmente nasci, não encontrando-me mais estático e paralisado. Estou vivo e com uma razão para viver.

Você confirmou minha existência, fazendo da vida um imenso prazer.

Reais as coisas como são, libertando-me de tal imersão.

Sentindo hoje este turbilhão de emoções, suplico a você, para que seja eternamente este dom celeste, resplandecente diante de mim, como meu prisma solar.

Sensação sublime e inexorável, de fato indescritível, de complexidade imensurável.

Simplesmente descobri o amor, que fará da minha vida jamais estável.

Meu peito infla no desejo de expressar apenas um ínfimo deste sentimento insano.

Posso dizer-lhe, absoluta e indiscutivelmente...
Eu te amo.

sábado, 7 de novembro de 2009

Feridas...


Feridas internas jamais recuperadas, suas cicatrizes ardem sem cessar, por ti nunca reparadas.

Estou sangrando, meu sorriso engana os mortais, mas os olhos reais, aqueles que me deixam eufórico ao refletir minha face uma vez mais, veriam como minha alma agora se disfaz.

A chamada ajuda é dispensável; afinal, as ilusões por mim criadas de maneira inexplicável, que dilaceraram-me desta forma inexorável.

Quando penso em ti atinjo um estado de frenesi, o qual distorce minha lembrança... de que já não me encontro junto a ti.

Ainda aguardo por meu final feliz, no entanto esta esperança torna-se mais fraca, nublando todo esforço que por você já fiz.

Suas atitudes mutilam-me desta forma ilimitada; você, meu vício, minha arma mais amada.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Momento...


Mas no momento em que o vejo, meus olhos flamejam e os percebo em tom carmim; todas as partículas de oxigênio somem inexplicavelmente diante de mim , tudo em minha vida faz sentido enfim. Até mesmo meu amor, meu divino amor, agora um amor sem fim.

sábado, 19 de setembro de 2009

Amor...

Sentimento, existência abstrata, algo que me torna cedento e muito me gerou arrependimento.

Puro veneno, além da paixão, além do imaginável, afetando qualquer puro coração.

Prazer, felicidade, dor, arrependimento, inúmeras sensações que nos atingem em um só lugar.

Coração complexo, divino, criado como peça única do quebra-cabeça que somos.

Pois como o ser mais incrível, que gera o sentimento mais puro e inigualável; somos o fantástico, o esplendoroso...

Pois neste mundo somos inexplicável, única e simplesmente...

o mágico, o sentido da vida.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Lágrimas...


Lágrimas desesperadas por ti derramei; você meu único, que tanto amei.

Lágrimas purificadas com o calor do meu coração, fruto desta intensa paixão.

Lágrimas que caem ao chão, lavando o meu caminho, como o mais límpido orvalho.

Lágrimas vindas de meu ser, derramadas por ti ou por qualquer outro, têm o mesmo valor.

As quais nos destroem aos poucos, retirando nosso precioso calor.

Deixando-nos frígidos.

Gotas de sofrimento, felicidade, arrependimento e tristeza...

Todas geradas pela sua desumana frieza.