sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Maturidade...


A maturidade me permite... rir de tudo, de quem me engana, de quem não fala a verdade, de quem se rebaixa pra chamar atenção...
A maturidade me permite... rir de um mundo ao qual não pertenço; rir pois sou um único, sou a diversidade; neste mundo, nesta confusão.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Predestinados...


Predestinados, como em um livro ou em uma história; a nossa história;
Que fora escrita de forma demasiada antiquada, mas de uma verdade inigualável, a qual jamais deixará minha memória;
E assim me conforto com os desafios e com suas decisões provisórias; afinal...
O que é pra ser nosso, um dia será... e você verá o quão irrevogável é esta magia que nos envolvera como em um só ser.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Confusão...


Envolvo-me nessas suas memórias que jamais esquecerei;

Preciso aprender a lidar com tal vazio;

Preciso aprender a aceitar, a vida, que não volta atrás;

Nunca senti-me tão independente, mas ao mesmo tempo tão ligado às coisas ao meu redor;

Nunca almejei tanto um olhar sincero, palavras sinceras; nunca almejara tanto, um abraço singelo.

Nas coisas mais simples me vejo perdido e confuso; quem, ou o que será bom para mim?

Minhas feridas condenam-me à dúvida;

E nelas visualizo a mais irrevogável lição de vida;

Pois ultimamente, olhar algum, toque algum, palavra alguma, pode ser sentida;

No entanto sempre uma nova dúvida paira aos meus olhos; uma nova incerteza é plantada pelo realismo; uma nova ilusão, finalmente fora obtida.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Desabafo...


Como suportar?

Como carregar tamanha dor, que nem ao menos fora merecida?

Como lidar com a frieza do ser humano, que se diz racional?

Para mim, não é racional matar, não é racional enganar, não é racional destruir;

No mundo atual, tornou-se tão simples descartar as pessoas, destruí-las;

A indiferença tomou conta de um universo, o qual eu temo, ao qual, infelizmente, pertenço;

Almejo fugir deste lugar, não consigo suportar tamanha escuridão;
Por mais que eu tente achar a luz, ela não reflete aos olhos dos outros como aos meus;

Minha luz única, envolta à escuridão de uma era desconhecida;

Muitos sentimentos, todos guardados com muito amor, em meu límpido coração; no entanto a tristeza flui em minhas entranhas; uma tristeza gerada por seres como eu, que sentem, que vivem, que amam;

E protegido em minha ingenuidade, não me igualo ao mundo, mantenho-me único em meus pensamentos e ideais;

Vivo uma vida de sofrimento e decepções, que provam que nada é por acaso;

E nestas singelas palavras resumo minha miserável vida, minha alma... cruelmente dilacerada; como em um diário, como em um relato... ou como em um mero desabafo.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Simplicidade...


E se tudo tivesse sido diferente?

E se eu não tivesse amado?

E se não fôssemos perfeitos, um para o outro?

O que seria de nós?

Tantas perguntas, um só destino;

Pois nada pode mudar o nosso fim, independente dos acontecimentos;

Toda uma eternidade de pensamentos, uma imensidão de sentimentos;

Nunca me sentira tão vivo como quando estive contigo, como quando minha alma encontrava-se, enfim, completa...

Porque nós, nos completamos, nos amamos e nos decepcionamos;
Os opostos que se atraem, numa sublime e linda relação;

Nós somos dois, mas formamos um; um ser, uma alma, além da perfeição;

Afinal... quando é verdadeiro, não pode-se fugir;

E nestas simples palavras tento resumir, todo este sentimento, todo esse tempo, toda nossa vida juntos, nosso destino;

Pois um dia, nossos corações irão, pela eternidade, mágica e simplesmente nos unir.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Ao vento...


Palavras ao vento, palavras vazias; simplesmente palavras, foram tudo o que me restou.

Um amor imperfeito, ou até mais que perfeito, que não posso mais carregar.

Amor que tornou-se sofrimento, um amor que se dissolveu em lágrimas, porém que nada pôde apagar.

Este amor que não fora o suficiente para você, este amor que entreguei a você todos os dias de minha vida, esquecido ao seu olhar.

Eu cri em você, eu cri em nós, um nós que nunca existira, ou fora um sonho de ingenuidade.

Por fim meu amor esvaiu-se, até que em meu gélido coração, adormecera.

Coração meu, vede mais uma vez, este amor que fora esquecido; pois um ano se passou, um ano que não vira mais sua metade, que não vira mais sua alma, sua razão.

Promessas não cumpridas e presenças esquecidas.

Infelizmente acabou, a curta e medíocre vida, deste amor de imensidão.

Fora um sonho, um delirar à brisa de outono, fora como um olhar ao vento, fora tudo... tragicamente em vão.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

À nossa maneira...


Eu te amara; eu te amo, porém não o amo no presente, mas sim em um pretérito mais que perfeito; nosso amor é divino, é único e surreal.

Um sentimento sublime, que fora deixado para trás.

Ao olhar o cair da noite, ao olhar a chuva, ao olhar-me no espelho vejo o brilho de seus olhos.

Assim te amara, pois neste espontâneo amor, nada previ; um amor profundo, tão profundo que influi em meus sonhos, tão profundo que no silêncio da noite o sinto vivo em mim.

Assim te amara pois simplesmente aconteceu, não sei se da melhor maneira, mas sempre à nossa maneira, e fora único, fora épico.

Lembro de quando sonhava apoiado em seu ombro, um sonho que estava ali, ao meu lado; um sonho ironicamente real.

E assim o senti real em minha vida até o último instante.

Pois desta forma tinha de ser; este amor, o nosso amor, em nossos corações e à nossa maneira.